16 Jan 2009

verita

Aprecio na generalidade as pessoas que dizem o que pensam.
Mais do que aprecio as que escrevem o que pensam, porque na escrita, como bem sabemos, as palavras perdem o impacto de uma expressão, de uma espontaneidade. São por vezes trabalhadas, alteradas para criar o tchanam que se pretende .. Aceitando ou não, concordando ou não, pautando ou não a minha mudança de opinião sobre determinado assunto, pelo que oiço, a verdade é que aprecio quem diz o que pensa. Sem apelo nem agravo. Sem falsa mesura ou politiquices correctas à mistura, às vezes não tão óbvias ou perceptíveis.
Principalmente e acima de tudo se o que oiço é a verdade.
Aquela que por vezes se quer manter oculta, não revelar, relevar como se inexistente fosse.
quem diz a verdade, não merece castigo” opina o povo sempre sábio em ditados feitos por encomenda. E a verdade, essa incorrigível metáfora, não se coaduna com cargos exercidos, posições assumidas, pastas e tratados a defender. Nem tão pouco deve ser julgada pelas consequências que a sua divulgação pode provovar. Mentiras piedosas? nem a isso gosto de me permitir.
A verdade é pura e cristalina, óbvia e inquestionável.
Como este texto que li, da autoria da Luísa, depois de ter escrito o meu.
Quase me apetece plagiá-lA e deitar este para o lixo ;)

Um excelente fim de semana a todos .. “nós por cá” (e eu não gosto particularmente do televisivo ;) vamos passear à beira-mar :)