5 May 2009

why? i might ask ..

Já lhe aconteceu olhar uma determinada frase, uma expressão, um arrumar de letras muito próprio e identificá-los?
Claro que sim. E não, não porque pertença a obra lida ou estudada, não porque faça parte dos manuais e compêndios que já nos passaram pela mão ao longo da vida, e nem tão pouco por estar assinada por algum nome sonante da literatura, da física ou da botânica.
Simplesmente porque é nossa, não é?
E até nos conseguimos lembrar, na maioria das vezes, onde foi que as dissemos, em que contexto, com que carga ou mensagem e se a memória (substantivo abstracto feminino singular) não nos falhar até vislumbramos o interlocutor da altura.
Assim.
Exactamente assim.
Sem ciência. Sem arte. E sem aspas.
Infelizmente.