30 Jun 2009

silly season (i)


Gosto da série Criminal Minds.
Mesmo. É talvez a única que gravo e sigo sem perder um episódio.
A princesa lá de casa também gosta. Mas prefere o encantamento das Charmed Ones ;) confesso que entre episódios diários de uma e ocasionalmente um horário seguido na segunda, o menu de gravações da MEO está a abarrotar de feitiços, crimes, investigações e demónios.
Assim mesmo, à vez.
E confesso que é, acima de tudo, Spencer Reid e as suas brilhantes conjecturas que me prende ao ecrã. Claro que o instinto maternal também tem algo a ver com o assunto. O garoto parece estar constantemente a precisar de colo. E depois é inteligente. Muito inteligente. Demasiado inteligente para a estupidez ambulante que por vezes nos rodeia. Uma lufada de ar fresco? também. E quem me conhece de perto sabe que me atrai mais uma "mente brilhante" do que um corpo musculado a atirar para a publicidade ao perfume X, sem pêlos, e tal .. coisa ridícula. Como se os homens se fizessem homens .. sem pêlos. Ou a rapá-los.
Adiante.
Gosto mesmo do Criminal Minds.
Do companheirismo da equipe do BAU, da acutilância dos raciocínios, da forma como chegam a perfis, modus, e afins. E consigo perceber que por causa disso haja uma corrida à disciplina de criminologia. É encantadora a forma como, na maioria das vezes, trabalham, resolvem e ficam felizes por isso. Quase gratos.
Encantadora e simples. Afinal resolver crimes não é o seu trabalho.